
O bilhete, por favor...
Estou atento ao relógio, a cada minuto que passa, a cada hora, como se fosse uma janela de um trem em movimento que me embaralha a visão. Nela, rostos distorcidos passam por mim, reflexos de histórias a caminho de uma estação qualquer. Que destino traça este trem a cada um destes rostos? Estes rostos o que esperam encontrar? Incertos ou convictos, independente disto, o trem passa por mais uma estação...
- "Senhor, o bilhete, por favor”.
Marcelo Romano
Escrito por ZeRo S/A às 23h50
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